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página
inicial | deixe aqui sua opinião TRÊS QUESTÕES PARA CLAUDIA FURIATI, por Marcelo Rezende (Cult)
CUT
– É possível, para as novas gerações,
entender o significado de Fidel para a história? Claudia Furiati– Creio ser possível sim, sob o prisma do conhecimento, com o esforço de abandono da influência da propaganda e da contra-propaganda... Vejo, em boa parte das novas gerações – estive recentemente em debates com jovens brasileiros, argentinos e italianos -, a recuperação da vontade de atuar para melhorar o mundo, para dignificar o ser humano. Fidel e companheiros tomaram armas para resistir e mudar o país; adiante também foram contra o uso de armas quando o caminho de libertação podia ser outro. Armas, então, para quê? Por aí, um bom tema de reflexão, sobre a atual escalada de guerra e violência. CUT
– Você trabalha ainda em um projeto sobre cuba? Claudia Furiati – Trabalho em um projeto sobre a Crise dos mísseis – ocorrido em Cuba em 1962 –, cujo título provisório é laboratório de fogo. É um projeto que tem o apoio da Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro) e o aval do Laboratório do Tempo Presente da UFRJ. O texto para o livro deverá estar concluído em abril e suas fontes principais são cubanas, além de norte-americanas e russas. A dificuldade de realizar o projeto, diferentemente do livro anterior, é a falta de interlocução direta para certos problemas ou dúvidas. Pois, não me encontro em Cuba. Mas, à medida do possível, as soluções aparecem. CUT
– Após sua biografia, seus contatos com Cuba, como você
imagina que será Cuba após Fidel? Para onde caminha o país? Confira a matéria completa Visão do Caribe na Revista Cult (Janeiro/2004 - Ano VI)
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