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DISCURSOS SEDICIOSOS N.19/20 - Crime, Direito e Sociedade

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Ficha Técnica

Autor(es): Vera Malaguti Batista, Eugenio Raúl Zaffaroni, Nilo Batista, Alessandro de Giorgi, Ana Paula B. Ribeiro da Silva, Ângela Mendes de Almeida, Aury Lopes Júnior, Bárbara Hudson, Beatriz Vargas Ramos, Carlos Eduardo Fialho, Cezar Roberto Bitencourt, Dario Melossi, Geraldo Prado, Jefferson de Almeida Pinto, João Carlos Castellar, Juarez Tavares, Katie Argüello, Loïc Wacquant, Lolita Aniyar de Castro, Luis Geraldo Gabaldón, Machado de Assis, Marco Aurélio N. da Silveira, Maria Lívia do Nascimento, Maria Lúcia Karam, Mariana de A.Brasil E Weigert, Mário Davi Barbosa, Ney Fayet Júnior, Nils Christie, Otávio Bravo, Pablo Rodrigo Alflen da Silva, Paulo Emílio M. de Azevedo, Rafael Borges, Rafael Coelho Rodrigues, Roberta Werlang Coelho, Rodrigo Codino, Rubens R. R. Casara, Sacha Darke, Salo de Carvalho, Sylvia Moretzsohn, Tatiana Barboza Miranda, Thiago Fabres de Carvalho, William da Silva Lima, CLAUDIO GUIMARÃES
ISBN: 9771413988001
Idioma: Português
Edição: 1ª. Edição
Encadernação: Brochura
Número de Páginas: 696
Ano de Edição: 2012
Mensagem de disponibidade: disponivel
Formato: 16 X 23

Sinopse

 

revista Discursos Sediciosos chegou ao número 20! Quando começamos, nos anos noventa, com a inesquecível presença de Carlos Magno Nazareth Cerqueira, Nilo Batista brincava dizendo que "se a revista não deslanchasse daria um bom calço de mesa". Tudo conspirava contra sua permanência: saíamos do governo de Leonel Brizola amplamente derrotados em todos os sentidos. Era exatamente naquela conjuntura que o estado de polícia se espraiava, nos primeiros movimentos do neoliberalismo ascendente. Como fazíamos questão de apontar, a questão criminal começava a ocupar os corações e mentes do Brasil. Naquele momento, começava a se quebrar uma cultura de resistência à truculência policial que determinava uma renaturalização que viria a se constituir em aplauso.


Passamos esses quase vinte anos assistindo á construção daquilo que Loïc Wacquant descrevera como o Estado Penal. A população de brasileiros encarcerados pulou cerca de 100 mil para mais de 500 mil, com mais de 600 mil sob penas alternativas. O mais impressionante era a adesão intelectual, à direita e à esquerda, em torno das sistemáticas campanhas de lei e ordem estadunidenses dirigidas a um inimigo recorrente em nossa história: a juventude das favelas urbanas e bairros pobres. A política criminal de drogas atualizou nossos fantasmas, tratando de, junto com a grande mídia, esculpir cotidianamente  o homem "matável".  Esse movimento produziu uma colossal demanda por ordem e uma adesão subjetiva ao extermínio que nem um governo popular conseguiu deter. O resultado assustador é uma nova cultura criminológica e jurídica hoje hegemônica, que tem como bem jurídico tutelado a segurança pública. Nesse modelo, as garantias são entendidas como privilégios, as favelas são territórios inimigos a serem ocupados e até a Corte Suprema, pautada pela grande mídia, discute se é obrigatório ter provas para punir. O nosso legado escravocrata e inquisitorial ibérico ressurge assustadoramente. 
  


Nesse 20º número, reunimos um potente conjunto de autores e artigos que ajudaram a construir uma rede de resistência que hoje se multiplica pelo Brasil e também pela América Latina. Perdemos muitos grandes companheiros nessa árdua caminhada, mas recebemos também uma surpreendente recepção de uma juventude indômita que atua em diversos fronts dessa luta. Agradecemos a nossos fiéis leitores, aqueles que nos acompanharam nesses tempos difíceis, e apresentamos aqui mais munição para as lutas contemporâneas contra as opressões penais que o capitalismo sempre atualiza. Nas seções desse número, encontram-se diferentes olhares e diferentes maneiras de resistir: do Direito Penal ao luxo de ter parte da obra de Carlos Vergara entoando cantos de liberdade.

 

 

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