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MEEIROS DO CAFÉ - Gente e ocupação da zona proibida do caparaó

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Ficha Técnica

Autor(es): VIVALDO BARBOSA
ISBN: 9788571063907
Idioma: Português
Edição: 1ª. Edição
Número de Páginas: 476
Ano de Edição: 2009
Formato: 16 X 23

Sinopse

Vivaldo Barbosa é conhecido como político de luta. Não qualquer luta, mas a da justiça social, a mais importante de todas. Com esse livro, demonstra ter também cultura e sensibilidade de historiador.

A história é um dos gêneros literários mais difíceis. Apoiada em técnicas científicas (ela própria não é uma ciência), só se realiza quando é contada ou lida, o que exige do historiador talento narrativo. Talento narrativo não é “escrever bem”, mas seduzir o leitor, levá-lo a viver a aventura existencial que o historiador lhe apresenta. Os bons livros de história – como este Meeiros de café. Gente e ocupação da zona proibida do Caparaó – nos pegam pelo pé. São, como o livro de Vivaldo, um exercício de alteridade: viver a vida do outro e, com isso, se acrescentar de humanidade.

Marc Bloch escreveu que o historiador fareja a caça humana onde ela estiver. Em Caparaó - um nome que nos traz imediata reminiscência, boa e má -, Vivaldo farejou gente. Ali onde os de fora só veem o inóspito, a selva, o inacessível, ele sabia que se esconde uma aventura existencial. Sabia por que é de lá, sua família viveu a trama fabulosa de ocupação da terra. O DNA da história brasileira, digamos assim, é essa ocupação do deserto (corruptela de desertão) por gente de toda a parte – Suíça, Espanha, Japão... daqui mesmo, um deslocamento incessante que deixa no seu rastro sangue e mais sangue mas, também, sementes de uma nova gente.

O povo brasileiro se construiu pelo enfrentamento do proibido. Assim, ao contar a ocupação da Zona Proibida do Caparão, no centro-leste, Vivaldo casa, dialeticamente, o universal com o particular – um dos mandamentos do método histórico. O leitor verá também, do primeiro ao último parágrafo, que a história daquela gente é a história de Vivaldo, que ao falar dela está falando de si: o objeto estudado preenche o sujeito que estuda. Estamos entre a história e a saga.

É ocioso chamar a atenção do leitor para qualquer parte do livro, capítulo, episódio, conclusão. Se tivesse de escolher apenas uma, ficaria com a contextualização histórica da venda como intermediação necessária entre o fazendeiro e o meeiro.

Joel Rufino dos Santos


Sobre o autor: Vivaldo Barbosa é advogado formado pela UERJ. Fez mestrado e doutorado na Universidade de Harvard. É professor da UNIRIO. Já foi professor da PUC-Rio, Universidade Cândido Mendes e da Fundação Getúlio Vargas. Foi secretário de Justiça do Rio de Janeiro, durante o governo de Leonel Brizola. Foi deputado F]federal e líder da bancada do PDT. 

 

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