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VERTIGEM DA MANEIRA - PINTURA E POS-VANGUARDA DECADA DE 80

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Ficha Técnica

Autor(es): JORGE LUCIO DE CAMPOS
ISBN: 9788571062439
Idioma: Português
Edição:
Encadernação: Brochura
Número de Páginas: 112
Ano de Edição: 2001
Mensagem de disponibidade: disponivel
Formato: 14 X 21

Sinopse

O objetivo deste livro é rastrear o contexto pós-moderno nas artes, através de um mapeamento analítico da obra de alguns pintores [entre eles, Julian Schnabel, David Salle e Eric Fischl] que não só despontaram, em âmbito internacional, naquele período, como também vieram a demarcá-lo esteticamente. Talvez seja este o principal interesse do ensaio: situando os conceitos de vanguarda e pós-vanguarda do ponto de vista estético, Jorge Lúcio de Campos analisa o seu background histórico e apresenta a pintura euro-americana oitentista como herdeira de uma grande crise, em que o próprio discurso artístico foi posto em xeque, tendo desembocado – graças a um processo de crescente radicalização formal – numa espécie de esterilidade e apatia simbólicas.

" [...] Talvez a noção mais perversa que as teses sobre a pós-modernidade tenham adiantado seja o fim da história. O texto de Jorge Lúcio se debruça sobre este fenômeno, traça-lhe as origens, descreve seu percurso e sua genealogia, busca seus antecedentes e suas justificativas: nos textos que o teorizam e nas práticas que o objetivaram. Mostra como, após todas as rupturas e os radicalismos, as cisões e os embates, as discussões e o acirramento de espíritos que caracterizam a arte moderna desde o seu aparecimento em meados do século XIX até a vanguarda dos anos 70, os anos 80 surpreenderam a todos com uma "apatia" política que só tem paralelo na intensidade com que ela defendia o resgate da "independência" impotente do artista frente aos compromissos históricos que até então haviam definido a modernidade na arte [...]" - Reynaldo Roels 

Sobre o autor: Jorge Lucio de Campos é filósofo, crítico e poeta. Doutor e pós-doutor em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, leciona desde 1986 na Escola Superior de Desenho Industrial [ESDI] da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, onde chefia, atualmente, o Departamento de Integração Cultural. Entre seus livros incluem-se "Do simbólico ao virtual: a representação do espaço em Panofsky e Francastel" [ensaio] e "A dor da linguagem e à maneira negra" [poesia]. É também co-autor da versão brasileira do Dicionário "Oxford de Arte", de Ian Chilvers, Harold Osborne e Dennis Farr.

 

 

 

 

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