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NÃO DEIXE ESTA CHAMA SE APAGAR - História do Jornal da Bahia

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Ficha Técnica

Autor(es): JOAO FALCAO
ISBN: 9788571063494
Idioma: Português
Edição: 1ª. Edição 2007
Encadernação: Brochura
Número de Páginas: 256
Ano de Edição: 2006
Mensagem de disponibidade: disponivel
Formato: 17 X 24

Sinopse

Este livro conta a história do "Jornal da Bahia", fundado nos anos 50 por João Falcão, que o dirigiu durante 25 anos. Uma das mais belas e dramáticas histórias da imprensa brasileira, na qual se registram momentos do mais puro idealismo do Partido Comunista e de outros mais jovens, irmanados pelo ideal de fundar um jornal livre de injunções partidárias e de grupos econômicos que dominavam a imprensa da Bahia e de quase todo o país.
 

Não obstante esta chama de idealismo dos seus fundadores, em poucos anos o "Jornal da Bahia" consolidou-se como empresa, realizando uma campanha vitoriosa de assinantes por dez anos e construindo uma bela sede própria no seu terceiro ano de funcionamento. Nos anos difíceis de repressão por parte do governo e sem publicidade o jornal contou com o apoio da imprensa nacional, de jornais como "O Estado de S. Paulo" e "A Tarde", e de personalidades, entre as quais deputados estaduais e federais; de órgãos representativos da imprensa, como a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Associação Interamericana de Imprensa.
 

Em sua trajetória encontra-se a memória de homens idealistas e brilhantes como Zittelmen de Oliva, Milton Caíres de Brito, Glauber Rocha, João Batista de Lima e Silva, Flávio Costa, Ariovaldo Mattos, Alberto Vita, Osvaldo Peralva, Heron de Alencar, Rafael Pastore e outros. E de grandes jornalistas que o jornal formou e continuaram militando na imprensa baiana e nacional, como João Ubaldo Ribeiro, Muniz Sodré, Florisvaldo Mattos, João Carlos Teixeira Gomes, Antonio Torres, Sebastião Néri, Emiliano José, Levi Vasconcelos, Newton Sobral, Anísio Felix, Gustavo Tapioca Silva e tantos outros.


Sobre o autor: João Falcão nasceu em 1919 em Feira de Santana, Bahia. Formou-se em Direito e atuou na vida política brasileira dos anos 1930 a 1960. Militou durante vinte anos no Partido Comunista do Brasil, inclusive como elemento de ligação com a Internacional Comunista (Komintern). Fundou, em 1938, a revista "Seiva", fechada pela ditadura Vargas em 1943, e, em 1942, o matutino "O momento", que, superando dois fechamentos pela mesma ditadura, só encerrou suas atividades por decisão de seus integrantes, após a divulgação, em 1956, do relatório em que Nikita Kruschev acusava Stalin. Responsável de 1947 a 1950 pelo aparelho clandestino do ex-senador Luiz Carlos Prestes no Rio de Janeiro, foi, em 1955, deputado federal, chefe da Delegação Brasileira ao Congresso Mundial da Paz em Helsinque e visitante da União Soviética e da China Popular. Abandonando a militância no Partido Comunista, fundou, depois de 1956, o "Jornal da Bahia", cuja trajetória heróica é tema deste livro.

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